quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Novo Ano

E chove. Consecutivamente. São dias e dias, com uma aberta aqui e ali... Nada melhor para ajudar à neura do Novo Ano.

Um Ano que começa e apresenta 365 páginas em branco perante nós. Estímulo para uns, terror da página em branco para outros, lol.

Desânimo para quem já não espera nada de novo e está cansado de renovar diariamente batalhas inglórias e sem fim...

Hoje é Dia de Reis. Para mim, dia de retirar todas as decorações e enfeites de Natal, árvore incluída.

Termino das festividades. Janeiras. Recomeçar.

A ambiguidade do Natal ficou para trás uma vez mais. Aquela alegria misturada com tristeza, aqueles reencontros com família ou nem por isso, as ausências ao lado dos risos dos presentes, o passado a reclamar e o presente a envolver-nos...


Estes rituais anuais de família e transição são importantes, quer pela celebração em si, quer pelas oportunidades de reencontro, de afectos e de reflexão que proporcionam, a todos os que estejam dispostos a abrir as comportas do seu coração.
Para perdoar, renovar a esperança, ou mesmo simplesmente para esquecer; para fazer planos, para renovar projectos, para enterrar fracassos ou más opções.
Para marcar o nosso crescimento, a nossa evolução.

Não façamos desses momentos o objectivo, antes utilizemo-nos deles para nos renovarmos e recuperar as forças e o alento.
Afinal, o mais importante mesmo é sermos fiéis a nós próprios. Se possível, acompanhados dos que amamos.

Neste Ano Velho, o Miguel foi o Pai Natal, para desvario das cadelas e alegria da Viki que nunca desconfiou! O Jantar de Fim de Ano foi preparado pelo Ricardo e pela Sandra, a minha norinha.

E agora, recomeçaram as aulas e o trabalho, já estamos de novo cada um para seu lado, mas sempre juntos. No coração.

Um Bom Ano

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Por vezes

Por vezes sinto-me perfeitamente invisível. Ignorada. Cansada de ninguém ter tempo para mim. Para me ouvir. Para me olhar.
Por vezes não encontro mais sentido em assumir a responsabilidade, em arcar com as consequências e as opções até ao fim. Para depois ainda ter que lutar e travar mais batalhas.
Há dias em que não consigo perceber o que vale a pena, se é que isso ainda é um conceito válido... ?
Nesses dias quase deixo de acreditar no que tomei como certo no dia anterior.
Por vezes sou dúvida sem escolha. Invisível. Isolada. Sem voz.
Outras vezes estou apenas cansada. Saco de batatas atirado de um lado para o outro.
Duvido dos meus sentidos.
Não há fuga. E não sei como prosseguir.
Talvez amanhã, outra vez.
Pois.

Diversão

Sim, podemos fazer as coisas de forma divertida. Acrescentando componentes lúdicas, podemos aumentar a produção, o bem estar, os resultados. De uma forma simples, os autores da funtheory provam isso mesmo: aqui e aqui, por exemplo.
E se formos também nós autores de novas formas de prazer e diversão nas nossas funções, no nosso relacionamento com os outros?

Pois, estou a sonhar, mas se cada um de nós optar por formas de comportamento mais delicadas e carinhosas para com os outros, se cada um de nós optar por dar prazer e tornar mais divertida cada pequena tarefa do dia a dia, não estaremos todos a por em marcha o grande plano da colectividade, repercutindo-se cada uma das nossas acções em pelo menos uma outra pessoa, numa infinita cadeia de reflexos, repercussões e consequências?
Não é uma teoria mesmo? Alguém me ajuda a fundamentar e procurar essa teoria, cujo nome me escapa...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Yo-chon vai para casa

Pois é, há histórias com finais felizes, o pequenote afinal estava perdido desde sábado passado e os donos encontraram-no pelos nossos cartazes. Vão lá a casa buscá-lo e eu estou muito contente! E já com saudades pois o sacanita é um doooooceeee que nos sabe dar a volta...

A todos os que me ajudaram com os cartazes nesta busca, um Obrigada!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Encontrou-se

Pequeno Yu-chon macho doce, meigo, no parque de estacionamento do Pingo Doce em Lagoa. Está habituado a estar em casa, sossegado, não tem chip e

está bem tratado, parece jovem. Se é o dono ou sabe quem possa ter perdido um cão com estas características, por favor, contacte para os números 914049170/ 962119802 (Cris).

Se tem condições para o adoptar e dar um lar a este doce que será seu companheiro e amigo para a vida, por favor, ligue pois eu não posso ficar com ele

URGENTE

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Adoptado!

O Wolfie foi ontem adoptado, estou feliz por ele, e esperando que tudo dê certo com os seus novos donos.
O pastelão pachorrento que comia deitado e me lambia as pernas deixa saudades e uma marca em nós, ainda que apenas o tenhamos partilhado durante alguns dias...

Muito obrigada!