E se formos também nós autores de novas formas de prazer e diversão nas nossas funções, no nosso relacionamento com os outros?

Pois, estou a sonhar, mas se cada um de nós optar por formas de comportamento mais delicadas e carinhosas para com os outros, se cada um de nós optar por dar prazer e tornar mais divertida cada pequena tarefa do dia a dia, não estaremos todos a por em marcha o grande plano da colectividade, repercutindo-se cada uma das nossas acções em pelo menos uma outra pessoa, numa infinita cadeia de reflexos, repercussões e consequências?Não é uma teoria mesmo? Alguém me ajuda a fundamentar e procurar essa teoria, cujo nome me escapa...

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