Mas libertei-me! Sobretudo, deixei de criar quintas e zoos virtuais, de travar batalhas com a mafia ou com vampiros, deixei de aceitar lembranças e prendas, animais e armas.
Mais fácil que deixar de fumar, não doeu nada e até respiro melhor. Para jogar, vamos jogar a sério, e mantenho-me fiel ao Aion para aí me converter num ser alado e poderoso, guerreira por vezes, sacerdotisa outras tantas.
No mais, continuo fiel ao meu capuccino à beira-mar, e ao imenso orgulho, desmesurado, que me faz sentir o peito a estourar de amor e de gratidão pelos filhos fabulosos que me acompanham neste percurso tor
Mas tão imenso, despudorado e avassalador que me compeliu, assim, sem mais, a revisitar e - quem sabe? - reviver este cantinho esquecido.
Sempre que os junto, mesmo que não todos, mas pelo menos dois ou três, sinto este peito cheio, esta coisa que é mais do que eu, sem palavras bastantes para transmitir este calor, esta imensidão. Por mim, não precisava de mais nada.
Se calhar é assim com todas as mães, mas por mim não me canso de o sentir e partilhar.
O mais difícil é estar longe deles, no dia a dia, sentir-lhes a falta nesse mesmo peito que fica vazio e fraco, incompleto...
Até à próxima visita, o próximo fim de semana, as próximas férias.

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